sábado, 7 de maio de 2016

Exercício de interpretação de charge

(UFG-GO) Leia a charge para responder as questões.



1. Na charge, o termo carnívoro sugere uma classificação que:

a) presume uma dieta alimentar baseada tanto em proteína animal quanto em proteína vegetal.
b) compara os humanos que se alimentam de carne aos animais que são carnívoros.
c) separa os animais da ordem dos herbívoros dos da ordem dos carnívoros.
d) denuncia a fragilidade física daqueles que se alimentam de carne.
e) mostra que as diferenças alimentares não impedem a convivência social em um restaurante. 

2. A charge faz uma crítica aos defensores da alimentação vegetariana, produzindo um efeito de humor e ironia por:

a) prever novas formas de restrição a práticas de consumo ainda aceitáveis.
b) sugerir hábitos sociais que estão de acordo com as previsões do Apocalipse.
c) recuperar antigos costumes alimentares abandonados pela sociedade atual.
d) propor regras como garantia de boas maneiras à mesa.
e) discriminar a indivíduo que foge dos padrões de vida saudável. 

3. É possível associar a crítica feita na charge à seguinte opinião sobre o tabagismo:

a) "Hoje, sabe-se como os receptores cerebrais funcionam. Quem não entende isso, o nervosismo, a ansiedade, não pode combater o tabagismo [...] 'Respira fundo, conta até dez que passa - a vontade vem, mas depois passa'. Depois de quanto tempo? Isso é um papo idiota". (J. I., cardiologista. Folha de S.Paulo, 7 set.1008)
b) "Pelo que me falou, você fuma mais depois do almoço e depois do café. Então você precisa reduzir o café e evitar fumar após o almoço". (Atendente do 0800 do Ministério da Saúde, respondendo a indagações de um suposto fumante . Idem)
c) "Você não pode obrigar o fumante a parar de fumar. Como você não pode obrigar o prefeito a fazer o programa [de prevenção]". (L.W.W., diretora do Cratod. Idem)
d) "Considerar o fumante um sintoma de problema social é desumanizar suas necessidades e direitos. Isso leva a uma cultura em que as pessoas implicam com as outras para obter mudanças". (T.C., prof. da Universidade de Panw (Indiana-EUA). Idem)
e) "A gente faz [campanha] educacional sempre. Eu mesmo, no Ministério da Saúde, proibi a propaganda, que era propaganda enganosa [...]. Introduzimos as fotos nos maços de cigarro como advertência. E o fumo caiu no Brasil. Agora, precisa continuar as medidas". (J.S., ex-ministro da Saúde. Idem).


Gabarito

1. B
2. A
3. D


Referência: Português Linguagens - Willian Roberto Cereja e Thereza Cochar Magalhães
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